DÓLAR CAI COM EXTERIOR, ENQUANTO DIS ESPERAM ORÇAMENTO E BOLSA FICA NO ZERO A ZERO

Na ausência de um gatilho ou indicador que pudesse trazer tom uníssono aos negócios, os ativos terminaram o dia calibrando diferentes fatores e, portanto, sem direção única. Enquanto o dólar teve mais um pregão de queda ante a maioria das demais moedas, sendo que o real teve performance destacada, os juros futuros tiverem leve alta e a Bolsa terminou praticamente de lado. Declarações do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, e do ministro da Economia, Paulo Guedes, em eventos ao longo do dia, foram monitoradas, mas sem influência determinante sobre os negócios. O movimento do câmbio refletiu o otimismo com a vacinação e a abertura da economia americana, sugerindo uma retomada mais firme da atividade por lá e, consequentemente, aumento do apetite por risco. Internamente, a conversa dos presidentes de Brasil e Rússia, Jair Bolsonaro e Vladimir Putin, sobre a vacina russa Sputnik V também ajudou a retirar pressão do câmbio, com o dólar acelerando a queda à tarde até encerrar a R$ 5,5998, com baixa de 1,41% no mercado à vista. Na renda fixa, a combinação de alívio no câmbio com yields dos Treasuries em baixa foi insuficiente para minimizar o desconforto dos agentes com as incertezas que rondam o orçamento, tido como inexequível e cuja solução ainda não foi apresentada, justamente no momento em que o pico da pandemia pode gerar pressão por aumentos de gastos públicos. Resultado: acúmulo de prêmios em toda a curva de juros. Nesse ambiente e com as bolsas em Nova York em leve queda, depois de oscilarem perto da estabilidade mesmo num dia em que o FMI elevou a projeção para o crescimento do PIB global neste ano, o Ibovespa terminou praticamente no zero a zero, aos 117.498,87 pontos, com discreta baixa de 0,02%.

CÂMBIO

O dólar teve o segundo dia seguido de queda ante o real, novamente com peso determinante do noticiário externo, com os investidores animados pelas perspectivas de retomada da economia americana e mundial, com o Fundo Monetário Internacional (FMI) melhorando suas previsões de desempenho este ano. A moeda americana caiu ante divisas fortes e emergentes, e na mínima no Brasil chegou a R$ 5,57, com a notícia de que a Califórnia planeja reabrir sua economia a partir de 15 de junho.

A perspectiva de que o governo vai encontrar uma solução para o Orçamento de 2021 e a conversa de Jair Bolsonaro com Vladimir Putin sobre a vacina russa Sputnik V também contribuíram para retirar pressão do câmbio, ajudando o real a ter o melhor desempenho no mercado internacional hoje, considerando uma cesta de 34 moedas mais líquidas. O FMI condicionou hoje à retomada da economia mundial justamente ao processo de vacinação em massa e Guedes disse nesta tarde que a política fiscal mais importante neste momento é a vacinação da população.

No fechamento, o dólar à vista terminou em baixa de 1,41%, a R$ 5,5998 – o primeiro fechamento abaixo de R$ 5,60 desde 23 de março. No mercado futuro, o dólar para maio era negociado em baixa de 1,22%, a R$ 5,6005 às 17h05. O giro de negócios, porém, seguiu fraco, pouco acima dos US$ 10 bilhões.

Para o sócio e economista-chefe da JF Trust Gestão de Recursos, Eduardo Velho, a percepção de risco dos investidores sobre o Brasil ainda é alta, o que tem limitado a melhora do real. Nesse ambiente, o dólar tem encontrado dificuldade de cair abaixo do suporte de R$ 5,52. “É difícil ver o câmbio abaixo disso, há muito risco no Brasil ainda, uma percepção de cautela.”

Assim, mesmo com alta liquidez mundial e preços das commodities em ascensão, o economista da JF observa que não tem havido fluxo consistente para o Brasil e o real segue desvalorizado. Por isso, este movimento de melhora no câmbio pode se mostrar pontual. O Instituto Internacional de Finanças (IIF), formado pelos 500 maiores bancos do mundo, alertou hoje que o Brasil permanece como um dos mais vulneráveis a um episódio de estresse no mercado internacional, como o ocorrido em 2013.

A diferença, observa o IIF, é que naquele ano a maior vulnerabilidade da economia brasileira eram as contas externas deterioradas, e agora o risco é o lado fiscal. “O Brasil era parte do grupo de cinco países mais frágeis em 2013 e permanece vulnerável hoje.” Nesse ambiente, o dólar é negociado muito acima do que o preço justo levando em conta o balanço de pagamento sugere, na casa dos R$ 4,50.

No mercado internacional, após forte alta em março, o dólar começou abril em queda no mercado internacional. Os estrategistas do banco alemão Commerzbank veem o movimento mais como uma realização de lucros do que uma tendência de enfraquecimento mais duradouro da moeda americana. Hoje as taxas de retornos dos Treasuries americanos caíram, mas a tendência é de mais altas, prevê o IIF.

O analista de mercados do Western Union, Joe Manimbo, observa que o crescente otimismo com a economia americana, com alguns bancos, como o Goldman Sachs, prevendo crescimento de mais de 7% este ano, e a elevação das taxas de retorno dos juros longos vêm fazendo o dólar testar máximas em vários meses ante algumas moedas, como o iene. Para ele, o rápido avanço da vacinação nos EUA e a visão de aceleração da atividade devem seguir dando suporte ao dólar. (Altamiro Silva Junior – [email protected])

17:32

Dólar (spot e futuro)   Último   Var. %   Máxima   Mínima

Dólar Comercial (AE) 5.59980 -1.4085 5.66370 5.57720

Dólar Comercial (BM&F) 5.5866 0

DOLAR COMERCIAL FUTURO 5603.500 -1.23381 5678.000 5583.500

DOLAR COMERCIAL FUTURO 5617.000 -1.23122 5617.000 5617.000

JUROS

Os juros confirmaram no fechamento da sessão regular o viés de alta que prevaleceu durante toda a terça-feira, a despeito da forte queda no rendimento dos Treasuries longos e do dólar ante o real. Mesmo quando atingiram as mínimas, à tarde, nem o yield da T-Note de dez anos em 1,65% nem a moeda americana a R$ 5,5772 foram capazes de aliviar prêmios na curva. O Orçamento 2021 virou o grande “bode na sala” e a cada dia que se passa sem uma solução que o torne exequível, e que contemple demandas legais e políticas, aumenta o desconforto do mercado em ficar vendido em taxas.

A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2022 fechou com taxa de 4,645%, de 4,616% ontem no ajuste, e a do DI para janeiro de 2025 fechou em 8,23%, de 8,166% ontem. A do DI para janeiro de 2027 subiu de 8,784% para 8,85%.

“Temos IPCA nesta semana e continuamos sem solução para a questão do Orçamento”, resumiu Luciano Rostagno, estrategista-chefe do Banco Mizuho, ao explicar a resistência das taxas em acompanhar a melhora nos demais ativos. O texto aprovado pelo Congresso foi maquiado com subestimação de despesas obrigatórias para a acomodação de emendas parlamentares e tem de ser alterado sob risco de questionamentos jurídicos.

Segundo Rostagno, havia uma expectativa de que a agora ministra da Secretaria de Governo, Flávia Arruda (PL-DF), pudesse mediar um consenso sobre a questão, mas até o momento não há informações concretas. Parlamentar do Centrão, ela será responsável pela articulação entre Planalto e Congresso, o que inclui a negociação de liberação de verbas parlamentares e indicações políticas para cargos no governo.

Para Paulo Nepomuceno, operador de renda fixa da Terra Investimentos, a curva só se beneficiaria da influência do dólar e da T-Note caso o Orçamento estivesse resolvido. “O tempo está correndo contra, está se aproximando o deadline e o mercado não quer pagar para ver”, disse. O presidente tem até o dia 22 de abril para sancionar o texto. “A coalizão com o Centrão é recente, não sabemos como será o toma-lá-dá-cá para se achar uma saída. Com Bolsonaro fragilizado, a tendência é esticarem a corda até o limite”, avaliou.

Não por acaso, em suas apresentações, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, vem destacando os riscos do cenário fiscal embutidos na precificação dos ativos. Hoje, citou que as polêmicas sobre o Orçamento causaram ruídos e a solução precisa ser melhor comunicada pelo governo e o Congresso. “A explicação sobre o Orçamento não foi boa o suficiente. As pessoas esperavam uma explicação mais clara e mais simples, que o ministro Paulo Guedes já começou a fazer. As incertezas em relação ao Orçamento aumentaram o prêmio de risco e precisamos remover isso, o que acredito que seja algo fácil de fazer”, afirmou, em participação em evento do Itaú.

Ele voltou a afirmar que aumentar a Selic em um ritmo mais forte – para 2,75% em março, já prevendo nova alta de 0,75 ponto porcentual em maio – pode significar uma alta total menor até o fim desse ciclo. Na curva a termo, porém, esta aposta é minoritária. De acordo com o Banco Mizuho, a curva precifica 91 pontos-base de aumento da Selic para o próximo Copom, ou 64% de chance de aperto de 1 ponto contra 36% de probabilidade de alta de 0,75 ponto.

Boas notícias do dia em relação à pandemia também não conseguiram produzir efeito na curva. Entre elas, a de que Brasil passará a aplicar mais uma vacina contra a covid-19, a russa Sputnik, após remoção de entraves regulatórios. Guedes voltou a dizer hoje que política fiscal mais importante no momento é a vacinação.

Na gestão da dívida pública, o Tesouro elevou a oferta de NTN-B no leilão desta semana a 2,750 milhões de títulos, ante 1,8 milhão na operação anterior. O lote foi vendido integralmente e mais concentrado no vencimento curto (1,250 milhão na NTN-B 2026).

“O refinanciamento da dívida, a princípio, não é um problema e, por ora, não está fora de controle. Não é o melhor dos mundos se refinanciar com LFT e NTN-B curta, mas o Tesouro tem de por no cardápio o que se quer comer”, disse Nepomuceno. Ele se refere ao fato de que como os estrangeiros estão fora do mercado, não há demanda pelas NTN-F, que são os prefixados longos da dívida e demandados especialmente pelos não-residentes. (Denise Abarca – [email protected])

17:31

Operação   Último

CDB Prefixado 30 dias (%a.a) 2.76

Capital de Giro (%a.a) 5.73

Hot Money (%a.m) 0.64

CDI Over (%a.a) 2.65

Over Selic (%a.a) 2.65

MERCADOS INTERNACIONAIS

Os juros longos dos Treasuries operaram em baixa pelo segundo dia consecutivo. De acordo com analistas, o mercado de renda fixa americano entrou um período de consolidação, depois da escalada recente nos retornos. As bolsas de Nova York mostraram pouco fôlego e fecharam em baixa. O ambiente de pouca busca por segurança, contudo, levou o dólar a recuar ante os pares. Em meio ao avanço da vacinação nos EUA, o presidente Joe Biden disse que, em breve, o governo poderá ter vacinas suficientes para enviar a outros países. Por lá, a Califórnia planeja suspender restrições de mobilidade em junho. No mercado de commodities, o petróleo fechou em alta, com uma melhora das perspectivas para a demanda. O Fundo Monetário Internacional (FMI), que elevou a projeção para o crescimento do PIB global neste ano, alertou também para os riscos do aumento da dívida nos emergentes.

Durante um painel da reunião de primavera do FMI, a diretora-gerente da instituição, Kristalina Georgieva, afirmou que a retomada do crescimento nos EUA “ajuda todo mundo”. O órgão prevê que o Produto Interno Bruto (PIB) americano cresça 6,4% neste ano. A continuidade do otimismo com a economia do país, porém, não foi suficiente para conduzir uma nova alta nos juros dos Treasuries, como vinha ocorrendo. No final da tarde em NY, o rendimento da T-note de 2 anos operava estável em 0,160%, o da T-note de 10 anos recuava a 1,651% e o do T-bond de 30 anos cedia a 2,314%.

Na visão de analistas do BMO Capital Markets, a renda fixa americana passa por um período de consolidação, após o rali dos juros impulsionado pelo aumento das expectativas inflacionárias. O banco canadense sugere que “os investidores estão voltando para um ambiente em que juros mais altos nos EUA precisarão ser impulsionados por uma perspectiva de crescimento ainda mais forte”. Segundo os profissionais, será preciso haver ganhos “sustentáveis” no consumo.

As bolsas de NY, por sua vez, mantiveram pouco fôlego durante a sessão. Ontem, dois dos principais índices acionários haviam renovado as máximas históricas de fechamento. No pregão de hoje, o Dow Jones caiu 0,29%, a 33.430,24 pontos, o S&P 500 recuou 0,10%, a 4.073,94 pontos, e o Nasdaq cedeu 0,05%, a 13.698,38 pontos.

Os investidores continuam avaliando também o pacote trilionário de infraestrutura apresentado na semana passada por Biden. Ontem, uma consultora independente do Senado americano decidiu que os democratas podem usar novamente a resolução orçamentária chamada de reconciliação, o que facilitaria a aprovação da proposta por maioria simples, sem o apoio dos republicanos.

Em discurso, o líder da Casa Branca disse que “em breve” o país poderá ter imunizantes suficientes para enviar doses a outros países. Em meio ao avanço da campanha de imunização, a Califórnia anunciou que planeja suspender as restrições de mobilidade em meados de junho.

Com um ambiente ameno nos mercados internacionais, houve menor busca pelo dólar, que caiu ante rivais, com exceção da libra, pressionada por dúvidas sobre a vacinação no Reino Unido. O índice DXY, que mede a variação da divisa dos EUA contra seis pares, cedeu 0,28%, a 92,335 pontos. No final da tarde em NY, o euro subia a US$ 1,1872 e a libra recuava a US$ 1,3826.

Uma melhora nas perspectivas da demanda por petróleo, em dia no qual o FMI elevou a projeção para o crescimento do PIB global neste ano, sustentou uma alta nos preços da commodity. O movimento foi atenuado, porém, após a divulgação de um relatório do Departamento de Energia americano, que citou incertezas para o setor. Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o barril do WTI para maio avançou 1,16%, a US$ 59,33, enquanto o do Brent para junho subiu 0,95%, a US$ 62,74, na Intercontinental Exchange (ICE).

Apesar de ter melhorado a perspectiva para a recuperação da economia mundial, o FMI também alertou para a desigualdade na retomada. Georgieva demonstrou preocupação, principalmente, com uma possível “armadilha de dívida” nos países emergentes. A líder do fundo teme que esses países não consigam gerar crescimento suficiente para poder compensar uma dívida maior, tendo em vista o atraso na vacinação contra covid-19. (Iander Porcella – [email protected])

BOLSA

Com suporte proporcionado pelo dólar a R$ 5,57 na mínima do dia, em sessão discreta embora em boa parte positiva em Nova York, e com petróleo voltando a subir, o Ibovespa parecia a caminho de emendar a segunda alta da semana, chegando a testar a marca de 118 mil pontos nesta terça-feira, não vista desde 22 de fevereiro. O sentimento ganhava alguma força no meio da tarde, quando veio a público conversa entre os presidentes Bolsonaro e Putin sobre a compra e fabricação da vacina russa Sputnik V no Brasil, em momento no qual a oferta restrita de imunizantes e insumos ainda limita a vacinação no País. Ao fim, enfraquecido, o Ibovespa mostrava leve baixa de 0,02%, a 117.498,87 pontos, entre mínima de 117.175,98 e máxima de 118.212,60, com giro a R$ 24,9 bilhões. Na semana, sobe 1,95%, com ganho no mês a 0,74% e perda a 1,28% no ano.

Nos Estados Unidos, a política monetária acomodatícia e os estímulos fiscais ampliados continuam dando ímpeto ao apetite por renda variável, apesar da acomodação observada na tarde desta terça-feira em Wall Street, com Dow Jones em baixa de 0,29% e S&P 500, de 0,10%, no fechamento. “O S&P 500 tem 95% das empresas com tendência acima de suas médias móveis de 200 dias. Com os rendimentos do Tesouro continuando a se distanciar da alta de 1,76% estabelecida no final do mês passado (para o yield da T-note de 10 anos), o Dow Jones e o S&P 500 parecem prontos a continuar batendo novos recordes”, observa em nota Edward Moya, analista da OANDA em Nova York, chamando atenção também para o momento do petróleo, ainda “bullish” na sua avaliação.

“O petróleo buscou recuperar hoje as perdas da sessão anterior em meio a preocupações sobre a demanda futura pela commodity, após a Opep+ ter decidido na semana passada que irá realizar aumentos graduais de produção entre os meses de maio e julho, ampliando a oferta”, observa Thayná Vieira, economista da Toro Investimentos. “No cenário doméstico, o avanço no número de casos de covid-19 e as medidas restritivas impostas pelos estados permanecem gerando cautela, assim como as discussões em torno do orçamento de 2021, pelas incertezas fiscais”, acrescenta.

A cautela também emana da fraqueza dos indicadores de atividade. “O PMI de serviços para o Brasil caiu de 47,1 em fevereiro para 44,1 em março, se afastando ainda mais da marca de 50, que separa o crescimento da contração”, aponta a economista da Toro. “As implicações no setor de serviços, em conjunto com a diminuição do ritmo de crescimento da indústria brasileira, fizeram com que o PMI composto fosse a 45,1 em março, frente aos 49,6 registrados em fevereiro, atingindo a mínima em nove meses.”

Nesse contexto, as dúvidas sobre o doméstico vis-à-vis o momento externo, mais favorável, continuam a resultar em especial cautela quanto aos segmentos com exposição à economia interna, como o de maior peso na composição do Ibovespa, o setor de bancos, que registrou hoje perdas entre 1,05% (Santander) e 2,00% (Bradesco ON), na ponta negativa do índice na sessão. No lado oposto, Sul América subiu 4,27%, Fleury, 3,90%, CSN, 3,62%, e Usiminas, 3,46%. O dia foi de ajuste negativo para os pesos-pesados das commodities: Vale ON em queda de 1,30%, após estabelecer novo pico no dia anterior, e Petrobras ON -0,75%.

“Com a elevação da projeção do PIB para o Brasil pelo FMI, a 3,7%, vimos hoje demanda por ações que ficaram muito para trás, pela exposição que têm à economia doméstica. Com o avanço da vacinação nos próximos meses, essas ações, do setor elétrico, consumo, varejo e shoppings, devem voltar mais. Lá fora, as bolsas dos Estados Unidos batem recorde em cima de recorde, e o crescimento projetado para a China sustenta as commodities e as ações do setor, embora as ligadas ao governo, como Petrobras, sintam ainda esse peso”, observa Leandro Saliba, gestor de renda variável da AF Invest. (Luís Eduardo Leal – [email protected])

17:21

Índice Bovespa   Pontos   Var. %

Último 117498.87 -0.01665

Máxima 118212.60 +0.59

Mínima 117175.98 -0.29

Volume (R$ Bilhões) 2.49B

Volume (US$ Bilhões) 4.42B

17:32

Índ. Bovespa Futuro   INDICE BOVESPA   Var. %

Último 117660 0.05102

Máxima 118255 +0.56

Mínima 117095 -0.43




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