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Estrutura de Gerenciamento de Riscos

  1. A estrutura de gerenciamento contínuo de riscos da Broker Brasil permitirá a identificação a mensuração, a avaliação, o monitoramento, a elaboração de relatórios, o controle e a mitigação dos seguintes riscos:

 

  • Risco operacional, incluídos os riscos legais, regulatórios e reputacionais vinculados às operações de câmbio e à Prevenção à Lavagem de Dinheiro e ao Financiamento do Terrorismo (PLF/FT).

 

  • Risco de crédito.

 

  • Risco de liquidez e de mercado, em situações consideradas excepcionalmente relevantes pela Corretora.

 

  • Risco socioambiental, nos termos da Resolução nº 4.327, de 25 de abril de 2014.

 

  1. Serão definidas, pelo Comitê de Avaliação de Riscos, para cada tipo de riscos, políticas, estratégias, rotinas e procedimentos para o gerenciamento de riscos, que serão periodicamente avaliados pela Diretoria da Diretoria da Corretora.

 

  1. As exceções e tratamentos diferenciados com relação às diretrizes e orientações estratégicas estarão definidos em regimentos internos, aprovados pela Diretoria da Corretora ou em comitês que detenham competência regimental para tomada desse tipo de decisão.

 

  1. Serão identificados e avaliados previamente os riscos inerentes a modificações relevantes em produtos e serviços existentes, bem como com relação a novos produtos e serviços surgidos no ambiente da Corretora.

 

  1. A área de Controles Internos – Riscos elaborará periodicamente relatórios versando sobre o desempenho da estrutura de gerenciamento de riscos, elevando-os ao nível de comitês e de Diretoria.

 

  1. Serão também definidos pelo Comitê de Avaliação de Riscos os limites, as condições e as alçadas para a execução de tarefas que possam trazer riscos de mercado e de crédito à Instituição, tais como:

 

  • Cobertura de operações no mercado para nivelamento de posição, em função de posição anterior assumida com clientes.

 

  • Antecipação de moeda estrangeira ou nacional a clientes.

 

 

 

  1. A estrutura de gerenciamento, por meio do Comitê de Avaliação de Riscos, estabelecerá política e estratégicas, devidamente documentadas, prevendo limites e procedimentos destinados a manter a exposição de riscos em conformidade com os níveis fixados na Declaração de Apetite ao Risco;

 

  1. Nessa política serão definidos processos efetivos de rastreamento e reporte tempestivo de exceções às políticas de gerenciamento de riscos, aos limites e aos níveis de apetite por riscos fixados na Declaração de Apetite ao Risco (RAS).

 

  • Serão definidos sistemas, rotinas e procedimentos para o gerenciamento de riscos, bem como processo de avaliação periódica dos sistemas informatizados.

 

  1. Serão definidos os papéis e as responsabilidades para fins do gerenciamento de riscos, documentados, com atribuições ao pessoal da instituição em seus diversos níveis, incluindo os prestadores de serviços terceirizados.

 

  1. Haverá avaliação contínua da efetividade das estratégias de mitigação de riscos utilizadas, considerando, entre outros aspectos, os relatórios produzidos.

 

  1. Serão definidas, ainda, políticas e estratégias para a gestão de continuidade de negócios.

 

 

DECLARAÇÃO DE APETITE AO RISCO (RAS)

 

  1. O objetivo social da Corretora é realizar as operações de câmbio tanto na posição própria, quanto de Intermediação de negócios entre clientes e bancos, prestar consultoria e assessoria especializada em transações internacionais e comprar e vender moeda estrangeira, observados os limites e condições regulamentares.

 

  1. As características de negócios da Corretora é negociar operações de câmbio para liquidação pronta (no máximo até dois dias úteis) em suas posições próprias ou intermediação.

 

  1. Estão presentes, no entanto, em seus negócios, outros tipos de riscos, especialmente os de natureza operacional, aí incluídos os riscos regulatórios na área de câmbio e de prevenção à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo.

 

  1. Os objetivos estratégicos da Corretora é assumir e consolidar posição de destaque no mercado de câmbio entre as instituições não bancárias, especialmente nos seguintes tipos de negócios:

 

  1. Operações de câmbio em sua posição própria relacionadas ao comércio exterior, às transferências financeiras e aos capitais internacionais, aí compreendidos os investimentos brasileiros no exterior e os investimentos estrangeiros no País.

 

  1. Intermediação de negócios entre clientes e bancos autorizados a operar em câmbio, para os valores acima dos seus limites para atuação em posição própria de câmbio.

 

  1. Prestação de serviços de assessoria e consultoria a negócios internacionais de diferentes valores e naturezas.

 

  1. Para o alcance desses objetivos a Corretora prospecta empresas em todo território nacional através de equipes da própria Corretora ou por meio de escritórios contratados (Correspondentes Cambiais) especificamente para indicação de clientes, mitigando o risco do cliente. Independentemente de quem prospecta, todos os clientes são analisados pela área de Compliance/PLD-FT

 

  1. Há operações que oferecerem riscos maiores como por exemplo pagamentos antecipados de importação e recebimentos antecipados de exportação, bem com aquelas relacionadas a fretes internacionais ou destinadas a constituição de disponibilidades no exterior e doações.

 

  1. A Diretoria da Corretora está consciente de todos esses riscos, que estão devidamente identificados e mapeados.

 

  1. As políticas institucionais de PLD/FT e de Conformidade da Corretora estão aptas a gerenciar adequadamente esses riscos, de forma efetiva e prudente, conforme a recomendação regulatória.

 

  1. Essas políticas contêm critérios para realização do adequado processo de Devida Diligência sobre o Cliente, que vão desde a prospecção do cliente, com elaboração de relatórios de visitas que permitem conhecer o perfil de seus negócios, passam pelas áreas de Cadastro, de Riscos e de Compliance/PLD-FT, que possuem critérios institucionais para bloqueio de relacionamento e realização de eventuais comunicações ao Coaf, quando cabível.

 

  1. Há, também, critérios para definição de limites operacionais aos clientes, com base em capacidades econômicas e financeiras, avaliadas com base em receitas e lucros registrados em balanços contábeis e em documentos tributários, como declaração de imposto de renda, quando se trata de pessoas físicas.

 

  1. O mercado cambial é altamente competitivo e está oferecendo a cada dia menores níveis de rentabilidade em função dos spreads praticados e custo de observância, mas a Corretora optou em seguir cada vez mais com a governança corporativa evitando riscos desnecessários, ou seja, na hipótese de eventual transação não se enquadrar nos padrões institucionais da Corretora, gerando incertezas e inseguranças, a determinação da Diretoria é não realizar o negócio, em favor da segurança regulatória. Com isso, a Corretora ganha em qualidade, melhor atendimento e ganhos de escala e de eficiência, com aumento gradativo da sua base de clientes.

 

 

  1. A consolidação da Corretora, também, como referência em assessoria e consultoria em transações cambiais e relacionadas a investimentos externos é considerada como importante fator para se buscar ganhos de credibilidade e de sustentabilidade financeira, com riscos moderados.

 

  1. As operações em espécie, relacionadas ao chamado câmbio turismo representa pequena parcela no contexto das transações realizadas diariamente, estando no rol de negócios institucionais apenas para atender clientes, na sistemática de “delivery” (entrega em domicílio), não possuindo lojas próprias para atendimento dessa modalidade de transação.

 

  1. Em termos de governança, está sendo consolidada internamente a cultura de tomada de decisões em níveis colegiados, por meio de comitês institucionais.

 

  1. A prospecção de novos produtos e serviços é submetida a avaliação colegiada, com o objetivo de analisar em conjunto sua viabilidade econômica e os riscos inerentes ao negócio, especialmente na área de câmbio e de prevenção à lavagem de dinheiro e financiamento ao terrorismo.

 

Em síntese, pode-se afirmar que é médio o apetite ao risco assumido pela Corretora de acordo com a determinação da Diretoria da Corretora e contemplado nas políticas institucionais de controle implementado pela Corretora.